Logo: O Caderno de Aimé-Adrien Taunay - Histórias, descobertas e percursos
realização: Logo: IHF - Instituto Hercules Florence
apoio: Logo: Museu Paulista
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CONTEXTO

Artistas em expedição científica

No início do século XIX, o único modo de registrar o que se via expedições era através da coleta de espécimes ou das anotações e desenhos que artistas e cientistas faziam durante a viagem sobre lombo das bestas de carga ou em canoas a depender das regiões percorridas. Os viajantes aproveitavam as paradas no caminho para completar, colorir, corrigir ou passar a limpo seus registros, tentando representar o que haviam visto e vivido.

Além de proteger os materiais da umidade e dos insetos, o artista tinha também que controlar seu estoque de artefatos de trabalho, de modo que fosse suficiente para os meses longe de qualquer comércio.

Nas expedições, eram fundamentais os trabalhos realizados por homens livres contratados, indígenas e escravos negros, responsáveis pelo carregamento dos equipamentos, mantimentos, armas e munições, preparação dos alimentos, condução das tropas e das frotas fluviais e pela escolha de roteiros próximos de pequenas e médias propriedades que fornecessem abrigo e alimentos aos viajantes.

Scène Brésilienne (Cena Brasileira). 1818. Aquarela, 24,8x31,8. Fotógrafo: Jaime Acioli. Museus Castro Maya/IBRAM
TAUNAY, Aimé-Adrien. Scène Brésilienne (Cena Brasileira). 1818. Aquarela sobre papel. Fotógrafo: Jaime Acioli. Museus Castro Maya/IBRAM.
realização:
IHF Museu Paulista
parceria:
USP IFUSP - Instituto de Física da USP NAP - FAEPH